sábado, 13 de fevereiro de 2010

Os outros

Nascemos para tanto...
E dar relevo a tudo?
Somos tão dependentes...
talvez até querermos.

Os outros? São inibidores,
só sentes se fores.

Há um momento,
que suscita aquele aperto,
que nos trás cá para fora
que nos diz, É agora!
E nos dá voz.

Um grito de alma,
a palavra do Eu,
mostranos como é ser,
como é simples viver.

E soltamos lágrimas...
todas elas de desejo.

Cada acto nosso
deve transbordar
o nosso nome.
É ele que devemos chamar
mesmo que pareça
estar a acabar.

Não interessam os outros,
nem se os ultrapassamos...
Apenas como voamos.

Questiono a força das
minhas palavras...
Se valem o que sinto
ou desminto...
Aquelas que são para mim
porque as para os outros...
AHAHAH o que interessam
eles para mim!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

...

Amor é tudo
é nada,
é a alma
apertada

É o eterno
da vida
o apagar
da morte.

É o sol
que brilha
no escuro
de cada dia.

É o peito
A partir
para alguém
o unir.

É dar mais
é pedir menos,
é viver
sem medo morrer.

É ser feliz
por aluguer.
É dar folga
ao Eu.

É enlouquecer
por não esquecer
é sofrer
a valer...

Mas vale
a pena...
existe
paz.

Amar
é ser livre
é andar
á chuva
de cabeça
nua...

É ser Infinito,
Agir por instinto!