Nascemos para tanto...
E dar relevo a tudo?
Somos tão dependentes...
talvez até querermos.
Os outros? São inibidores,
só sentes se fores.
Há um momento,
que suscita aquele aperto,
que nos trás cá para fora
que nos diz, É agora!
E nos dá voz.
Um grito de alma,
a palavra do Eu,
mostranos como é ser,
como é simples viver.
E soltamos lágrimas...
todas elas de desejo.
Cada acto nosso
deve transbordar
o nosso nome.
É ele que devemos chamar
mesmo que pareça
estar a acabar.
Não interessam os outros,
nem se os ultrapassamos...
Apenas como voamos.
Questiono a força das
minhas palavras...
Se valem o que sinto
ou desminto...
Aquelas que são para mim
porque as para os outros...
AHAHAH o que interessam
eles para mim!
sábado, 13 de fevereiro de 2010
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